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17 de dez de 2008

Pro Quinan


Que o ano não feche suas portas
Sem que, com zêlo cuidemos
De nossa pequena horta.

Que Jesus, travessamente
Lasque um beijo em tua barba
E percebas de repente
Bem mais leve a tua carga

E até olhes com candura
As breguices de Natal
E encontres nova ventura
Em teu mundo opcional.

Não cristão? Mas todo bom
Sem neve? Que tal chocolate?
Poltrona macia e marrom
E alguém... com boca escarlate.
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