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25 de dez de 2008

Sex and the City e Sarah Jessica Parker


Claro que vem totalmente atrasada essa minha postagem a respeito do seriado Sex and the City. Acho que ele já até "saiu de linha" mas vá lá. Caiu no gosto popular, fez sucesso e ainda deve estar vendendo DVD´s. Como o blog é meu, vou dizer minha opinião: achei uma droga.

Não assisti a muitos episódios mas os poucos que vi foram suficientes. Fraquíssimos. Personagens extremamentes caricatos, forçados demais. Tem a tarada, a romântica, a batalhadora legal e a protagonista amiga nossa - Carrie. Todas trazem um carimbo na testa.

A "protagonista amiga nossa" (Sarah Jessica Parker) faz a maior força para ser Jennifer Aniston mas não consegue nem chegar perto. Olho para Carrie e não consigo deixar de ver uma coroa pensando que convence como adolescente: suspiros de adolescente, olhares de adolescente, frescurinhas de adolescente, duvidazinhas de adolescente, nervosinha no primeiro encontro, apaixonadinha como se tivesse 13 anos - uma retardada. Cara, não combina! A muié tá passada da casa dos quarenta!

Aquela cara, aquele esforço de produção não evitam o obvio! Aqueles olhares melosos, sorrisinhos tolos, comportamentinho cheio de dúvidas quando conhece um cara legal e vai para um primeiro encontro oh... parece que ela fez quinze anos um dia desses mas com aquela cara de balzaquiana, me poupem!

Claro que não tenho nada contra as balzaquianas. Sou uma delas e conheço o meu potencial. O problema é passar dos quarenta com palpitações e sorrisinhos de Hello Kitty o tempo todo. Irrita.

Sex and the City é assim e Sarah Jessica Parker, pra piorar, faz papel de mulher bonita - o que decididamente ela não é. Baixinha, carente de carnes, bunda zero, pernas finas como espaguete e rosto... E pensa ser encantadora se comportando como ginasiana.

Os episódios trazem histórias saídas de livros de auto ajuda para solteironas. Sabe essas lições requentadas? Pois é. Sinceramente não entendo o motivo deste seriado ter conseguido cativar alguém.

E antes que você pergunte vou logo respondendo: não, eu hoje não estou de mal humor.

Cristina Faraon
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