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17 de mai de 2016

As rebeliões nos presídios e as onças

Rebelião? Fácil fácil de resolver...

Tempos atrás assisti, boquiaberta, a mais uma evidência de que muitos dos habitantes dos presídios do Brasíl já deixaram ser ser humanos há algum tempo. Bandidos indignados decaptavam companheiros, exibiam cabeças, arrancavam olhos e clamavam por maconha e celulares - o que nos leva a concluir que prisão é bobagem; castigo mesmo é privá-los dessas duas coisas. 

Sim, essas pessoas não são mais humanas. Em algum momento de suas trajetórias elas perderam a alma.  São uma estranha mutação, uma degenerescência. Ou quem sabe sejam até mais evoluídos do que nós. Sério. Se considerarmos que eles estão muito mais aptos a sobreviver em ambientes inóspitos do que a gente, e que eles povoam o mundo com muito mais liberalidade... Se considerarmos esses dois fatores, eles são mais evoluídos sim.

Claro que não estou aqui para defender essa tese, mas nesse gancho a minha mente acabou esbarrando em considerações a respeito das rebeliões nos presídios.  Pra começar a lidar com o assunto da forma correta temos, em primeiro lugar, que nos programar para tratar os não-humanos como não-humanos. Que tal como onça? Explico: 

O que as autoridades fazem quando uma onça foge do zoológico? Matam? Não. Simplesmente miram e dão um tiro certeiro com um poderoso calmante. Pronto, acabou a valentia!  Absolutamente eficaz. Agora eu pergunto: o quê impede as autoridades de fazerem o mesmo com os bandidos revoltadinhos? É só criar armas que metralhem milhares de bolinhas de sonífero. Nem o pior atirador do mundo erraria uma rajada de calmantes na distância de 4 metros em alvos enjaulados.  É só disparar e esperar os valentões caírem um por um como moscas. Aí pode entrar, desarmar, recolher e isolar. Acabou-se a revolta.

POR QUÊ, AO INVÉS DE FICAREM ATÔNITOS TENTANDO NEGOCIAR COM BANDIDOS, ESSES BABACAS NÃO FAZEM ISSO?  Seria a glória para os Direitos Humanos! Ninguém mataria, ninguém morreria.

Outra solução seria liberar gás sonífero pela tubulação anti-incêndio. Ou os policiais entrariam com trajes próprios direcionariam mangueiras (ou algo que o valha) contra a bandidagem com nuvens e nuvens de gás. O trabalho seria só de desarmar e recolher "as vítimas da sociedade" para um sono calmante e prolongado.

Não consigo ver contraindicação.  Concordam?



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